segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Quantas vezes mais?

E de novo você deposita seus votos naquele lance, que vira romance, que vira amizade, que desvira, que vira nada, que vira, lágrima.
E de novo, você não entende o que aconteceu, Éramos eu e você, éramos nós, mas não sei... Soltou demais e se desfez? Ou apertou de mais e não desfaz?
E de novo, tudo não saiu da imaginação. Não teve certo, nem errado. Mas não deu certo. Nem errado. Não deu.
E de novo, chega ao fim o que mal começou. É... mal começou... Se já começou mal, como acabaria bem?
E de novo, o novo se torna mesmo. E o mesmo não apetece mais. E o mesmo se torna insignificante. E o insignificante, tanto faz?
Eu sabia de mim. Até entender que você não o é.
Achei que éramos por inteiro. Eu tentei ser. 
E descobri, que o seu inteiro era uma junção de tudo aquilo que eu queria ver.
Quem é você nisso tudo? 
Nem sei se terei resposta, pois não sei se você sabe.
Pior! Nem sei se deve saber. 
Nem posso te culpar. A culpa deve ser mais minha que sua.
Pois eu sabia de mim...
... E não me importei se você sabia de você.

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